A Segunda Revolução Industrial começa no fim do século XIX, nos Estados Unidos. Com a estagnação da Grã Bretanha e a dispersão da Primeira Revolução Industrial pela Europa e América do Norte, havia capital disponível para investir na ciência pelos países concorrentes.
Surgem novas energias, o petróleo e a eletricidade, novas indústrias, a química, material elétrica, automobilística, novos transportes, navios de aço, aviões, carros, e novas tecnologias de comunicação, telégrafo, telefone, rádio.
A produção modifica-se e fortalece com a produção em massa, os sistemas de refrigeração, o Taylorismo e o Fordismo. Opta-se por uma elevada proporção de máquinas em relação ao número de trabalhadores, possível graças ao elevado capital. Cada funcionário passa apenas a ter uma função na linha de montagem de produtos padronizados.
O comercio internacional unificou-se, alargando os mercados internos. A difusão dos sistemas de comunicação reforçou a transformação. Com o aumento da concorrência, os bens embarateceram. O transporte estava também mais barato e mais célere, com as linhas de ferro e rotas marítimas mais rápidas.
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