quarta-feira, 1 de novembro de 2023

A agricultura

 A agricultura é a artificialização do meio natural pelo Homem com o fim de o tornar apto ao desenvolvimento de espécies vegetais e animais.

Atividade agrícola

 Teve origem na Revolução do Neolítico, na Mesopotânia, a 9000 A.C..

 Esta dependente de fatores externos físico ou naturais (clima, relevo, solo, água) e humanos (tradições culturais, organização económica, estabilidade social, desenvolvimento tecnológico).

Clima

 A luz, temperatura e a humidade são elementos do clima que variam com a latitude e com a altitude  e que provocam assinaláveis diferenças na prática da agricultura e nas espécies cultivadas.

Relevo

 Baixas altitudes e áreas planas ou aplanadas favorecem a prática da agricultura.

 Grandes declives e elevadas altitudes prejudicam a prática da agricultura.

 A posição do relevo em relação ao Sol também influencia a agricultura: nas encostras sombrias, o aquecimento é escasso ou nulo.

Solo

 O solo, camada arável da superfície terrestre, é um elemento fundamental para a prática da agricultura.

 Tem como funções:

  • Fixar as plantas;
  • Fornecer água e nutrientes;
  • Armanazenar água e matéria orgânica;
  • Depositar minerais.
A sua fertilidade depende da riqueza em húmus - parte do solo que é constituída pela matéria orgânica decomposta.

Água

 A disponibilidade hídrica é um elemento fundamental para a prática agrícola.

 A distribuição da precipitação ao longo do ano (para reposição das disponibilidades hídricas) tem uma relação direta com a qualidade dos solos.

 Cada espécie agrícola tem exigências em disponibilidade de água distintas.

 A menor disponibilidade de água ou irregularidade de distribuição ao longo do ano implica o desenvolvimento de sistemas de rega.

Tradições culturais

 As tradições culturais transitam de geração em geração. Temos como exemplo:

  • Práticas e técnicas;
  • Usos e costumes;
  • Organização do espaço;
  • Seleção das espécies;
  • Culturas usadas.

 Nas sociedades menos desenvolvidas são o fator com mais peso no dia a dia. São transmitidas no círculo familiar.

Organização económica

 A política utilizada aquando da prática da agricultura tem um importante papel.

 Esta pode ser individualista (forte sentimento de posse da terra; propriedade muito dividida, retalhada; propriedades fechadas) ou comunitarista (posse coletiva da terra e do gado; paisagem e propriedades abertas; instrumentos, alfaias e instalações comunitárias).

 O destido da produção também tem influência. Pode ser destinada ao mercado ou ao auto consumo.

Estabilidade social

 Situação política é determinante para que ocorram condições para a produção. Conflitos políticos e sociais prejudicam ou impedem o trabalho das populações e as culturas.

Desenvolvimento tecnológico

 A tecnologia utilizada relaciona-se com o desenvolvimento do pais. Permite contrariar ou contornar as condições adversas da natureza e permite o aumento das produções e diminuição da mão de obra. Por sua vez, conduz à mecanização, intensividade e extensividade da agricultura.

Paisagens agrárias

Espaço rural - Espaço com características próprias da prática da agricultura, de grande dispersão populacional e habitacional. Caracteriza-se pelas:

  • Parcelas cultivadas;
  • Unidades pecuárias;
  • Áreas florestais;
  • Habitações;
  • Unidades industriais (dispersas);
  • Unidades comerciais e serviços (básicos).

Espaço agrário - Área dentro do espaço rural ocupada pela produção agrícola, atividades complementares e afins. Caracteriza-se pelas:

  • Parcelas cultivadas;
  • Pastagens;
  • Áreas florestais;
  • Habitações dos agricultores;
  • Infranstruturas e equipamentos.
Espaço agrícula Área utilizada dentro do espaço agrário
para a produção vegetal e animal.

Superfície agrícola utilizada (SAU) Área efetivamente ocupada com as culturas.

Recapitulando

Espaço rural ⇨ Espaço agrícola ⇨ Espaço agrário ⇨ SAU

Paisagens agrárias - Paisagens que, pelas características físicas e humanas da sua atividade agrícola, podem ser agrupadas ou tipificadas. Estas características são:

  • Sistemas de cultura;
  • Morfologia agrária;
  • Tipo de povoamento.

 As paisagens agrárias definem as regiões agrárias naturais e administrativas.

Sistemas de cultura

 Definidos pelas plantas cultivadas e pelas técnicas usadas, os sistemas de cultura ramificam-se em dois tipos: intensivo e extensivo.

1 - Sistema intensivo 

 No sistema intensivo o solo é totalmente ocupado.
 Necessita de solos férteis, água em abundância e muita mão de obra.
 Na agricultura tradicional, domina a policultura.
 Predominam as culturas de regadio.
 As explorações são de pequena dimensão, geralmente situadas em relevo acidentado.
 É característico no Entre-Douro e Minho, na Beira Litoral e no Ribatejo e Oeste.

2 - Sistema extensivo

 No sistema intensivo não há ocupação permanente e contínua do solo.
 Ocorre em solos secos.
 Há uma rotação de culturas de pousio.
 Domina a monocultura.
 Predominam as culturas de sequeiro na agricultura tradicional.
 As explorações são de média e grande dimensão, situadas em relevo plano.
 É característico no Entre Douro e Minho, na Beira Litoral e no Ribatejo e Oeste.

Pousio - Parcela sem produção durante um ano.

Morfologia agrária

 A morfologia é o aspeto dos campos devido à forma e dimensão das parcelas cultivadas. Esta também se ramifica em dois tipos: o campo fechado e o campo aberto.

1 - Campo fechado

 Campo vedado por muros, arbustos e árvores.
 Pequenas parcelas de forma irregular.
 Explorações familiares de pequenas dimensões.
 Agricultura tradicional com dificuldades de modernização.
 Predomina no Minho, Algarve e Litoral Centro.

2 - Campo aberto

 Campos sem vedações (limitados por pequenas marcas).
 Parcelas de grandes dimensões de forma regular.
 Explorações de grandes dimensões.
 Agricultura moderna.
 Tipo característico no Alentejo e Ribatejo.

Tipo de povoamento

 O tipo de povoamente é a organização e distribuição das habitações e instalações de apoio no espaço rural. Este pode ser:

  • Diperso desordenado;
  • Disperso alinhado;
  • Concentrado em grandes aldeias muito afastadas;
  • Concentrado em pequenas aldeias próximas;
  • Misto.

As regiões agrárias

Entre Douro e Minho 

  • Agricultura intensiva;
  • Policultura;
  • Regadio;
  • Propriedades de pequenas dimensões (minifúndios);
  • Predomina a exploração por conta própria;
  • Povoamento disperso;
  • O milho é a cultura temporária dominante;
  • A vinha é a cultura permanente dominante;
  • Predomina a criação de gado bovino.

Trás-os-Montes

  • Agricultura extensiva afastada das aldeias e intensiva junto;
  • Policultura junto às aldeias e monocultura afastada;
  • Povoamento concentrado;
  • As explorações por conta própria são em número idêntico às do arrendamento;
  • O centeio e a batata são a principal cultura temporária;
  • As culturas permanentes são o olival, a vinha e os soutos;
  • Predomina a criação de bovinos e suínos.

Beira Litoral

  • Agricultura intensiva e tradicional;
  • Policultura;
  • Regadio;
  • Pequenas propriedades fechadas;
  • Predomina a exploração por conta própria;
  • Povoamento disperso;
  • O milho é a cultura predominante;
  • A vinha e o olival são as principais culturas permanentes;
  • Criação de gado suíno, bovino e ovino.

Beira Interior

  • Agricultura extensiva;
  • Monocultura;
  • Sequeiro;
  • Propriedades de maiores dimensões abertas;
  • Povoamento aglomerado;
  • A exploração por conta própria é mais comum;
  • O milho e o centeio são as plantas mais cultivadas;
  • O girassol tem forte expressão;
  • Criação de ovinos dominante.

Ribatejo e Oeste / Lisboa e Vale do Tejo

  • Agricultura intensiva;
  • Policultura e monocultura (Ribatejo);
  • Regadio;
  • A exploração por conta própria é maioritária;
  • Campos abertos;
  • Propriedades de médias e grandes dimensões no Ribatejo;
  • O milho, as batatas e produtos hortícolas são os mais cultivados;
  • A colza é a cultura industrial mais importante;
  • Predomina criação intensiva de gado suíno.

Ribatejo e Oeste / Lisboa e Vale do Tejo

  • Agricultura intensiva;
  • Policultura e monocultura (Ribatejo);
  • Regadio;
  • A exploração por conta própria é maioritária;
  • Campos abertos;
  • Propriedades de médias e grandes dimensões no Ribatejo;
  • O milho, as batatas e produtos hortícolas são os mais cultivados;
  • A colza é a cultura industrial mais importante;
  • Predomina criação intensiva de gado suíno.

Alentejo

  • Agricultura extensiva;
  • Monocultura de sequeiro;
  • Povoamento concentrado;
  • Campos abertos;
  • Predominam as propriedades de grandes dimensões (latifúndios);
  • A exploração por conta própria é dominante mas o arrendamento tem a maior expressão do pais;
  • A principal cultura temporária é o trigo seguida do girassol;
  • Azinheira, sobreiro, oliveira e vinha dominam as culturas permanentes;
  • Criação de ovinos e suínos em regime extensivo.

Algrave

  • Agricultura intensiva;
  • Policultura;
  • Regadio;
  • Povoamento disperso;
  • Propriedade de pequena dimensão quase sempre aberta;
  • Cultura permanente de frutos secos e citrinos;
  • Criação de gado ovino e suíno em regime extensivo.

Açores

  • Agricultura intensiva;
  • Campos fechados por sebes ou muros;
  • Propriedades de pequenas dimensões de formas irregulares;
  • Povoamento disperso;
  • Predomina a exploração por conta própria;
  • Escalonamento das culturas com a altitude;
  • O trigo, milho e batata são as principais culturas temporárias;
  • As pastagens são numerosas;
  • Frutos frescos, subtropicais e vinha são culturas permanentes;
  • Chá, tabaco e beterraba são culturas industriais;
  • O gado bovino é criado ao ar livre em regime extensivo.

Madeira

  • Agricultura intensiva;
  • Policultura com escalonamento em altitude;
  • Propriedades muito pequenas (microfúndios);
  • Campos fechados e socalcos;
  • Povoamento disperso;
  • Predomina a exploração por conta própria;
  • A horticultura e floricultura são as culturas temporárias dominantes;
  • A vinha e as culturas subtropicais dominam as culturas permanentes.

Características das explorações agrícolas

 Exploração agrícola  é a unidade técnico-económica que utiliza mão de obra e fatores de produção próprios, satisfazendo quatro condições:

  • Produzir um ou vários produtos agrícolas;
  • Atingir ou ultrapassar uma certa dimensão (área, número de animais,...);
  • Ter uma única gestão;
  • Ter uma localização determinada e identificável.
As explorações agrícolas caraterizam-se pela estrutura fundiária e pela superfície agrícola utilizada (SAU).

Estrutura fundiária - Forma como o espaço rural se organiza em propriedades. Devide-se em:

  • Microfúndios, < 1 ha;
  • Minifúndios, < 5 ha;
  • Média dimensão, > 5 ha e < 50 ha;
  • Latifúndio, > 50 ha.

Em Portugal, o número de explorações tem vindo a diminuir, mas a dimensão média tem está a aumentar.

Quando há um grande número de pequenas explorações, o desenvolvimento da agricultura fica condicionado, visto que elas limitam a mecanização e a modernização.

Superfície agrícola utilizada (SAU) - Área efetivamente ocupada com as culturas. Está diretamente relacionada com a dimensão da exploração. A sua distribuição é muito desigual, devido às características do relevo e da ocupação humana.

 Relevo aplanado, fraca densidade populacional e povoamento concentrado resultam em vastas extensões da SAU, como se verifica no Alentejo.

 Relevo acidentado, maior densidade populacional e povoamento disperso resultam em menores áreas disponíveis para a SAU, como se verifica na Madeira, Beira Litoral e Entre Douro e Minho.

Estrutura da SAU

  • Terras aráveis - Área ocupada com culturas temporárias e campos em pousio;
  • Culturas permanentes - Espécies que ocupam o solo durante um longo período, mais de cinco anos, como o olival, a vinha e o pomar;
  • Culturas temporárias - Culturas cujo ciclo vegetativo não excede um ano (as anuais) e também as que são ressemeadas com intervalos inferiores a cinco anos (morangos, espargos, prados temporários,...)
  • Pastagens permanentes - Áreas semeadas com espécies por períodos superiores a 5 anos para pasto de gado;
  • Horta familiar - Área ocupada com produtos hortícolas ou frutos para autoconsumo.
As Terras aráveis dominam na Beira Litoral, culturas permanentes dominam no Algarve, Madeira e Trás-os-Montes, pastagens permanentes dominam os Açores, Alentejo e Beira Interior

Exploração da SUA

  • Conta própria - O produtor é também o dono da terra;
  • Arrendamento - O produtor explora uma terra que não é sua, pagando uma renda.

A exploração por conta própria predomina, exceto nos Açores.

Na  exploração por conta própria, o produtor:

  • Procura obter os melhores resultados das colheitas, mas preserva os solos;
  • Investe em melhoramentos fundiários (redes de drenagem, rega permanente, correção dos solos,...);
  • Preocupa-se e participa na preservação das espécies e na prevenção dos fogos;
  • Pratica outras atividades, diversificando a economia local e promovendo o desenvolvimento sustentável.

Na  exploração por arrendamento, o produtor:

  • Preocupa-se apenas em obter os melhores resultados das colheitas durante a duração do contrato;
  • Não tem como prioridade a preservação dos solos e a sua produtividade;
  • Não investe no terreno;
  • Evita o abandono de terras.

Tipos de agricultura

A combinação dos fatores naturais e dos fatores humanos permite distinguir dois tipos de agricultura: a moderna, ou de mercado, da tradicional, ou de subsistência.

Agricultura tradicional

 O pricipal objetivo da produçao é produzir o suficiente para alimentar a família.

 O seu desenvolvimento tecnológico consiste em:

  • Práticas rudimentares e rotineiras;
  • Técnicas simples;
  • Instrumentos básicos e antiquados;
  • Utilização de animais de apoio;
  • Uso de fertilizantes naturais;
  • Escasso uso de pesticidas e herbicidas.
Já a sua organização económica traduz-se:

  • Na utilização de mão de obra numerosa;
  • Em explorações de dimensões reduzidas;
  • Na prática da policultura;
  • Nos baixo rendimento agrícola;
  • Na reduzida produtividade;
  • Na exploração em regime intensivo.

Nota: produtividade é a relação entre a quantidade produzida e a superfície usada para a produzir.

Agricultura moderna

 O pricipal objetivo da produçao maciça destinada ao mercado.

 O seu desenvolvimento tecnológico consiste em:

  • Prática científica e tecnológica;
  • Técnicas complexas e planeadas;
  • Recurso a todo o tipo de maquinaria;
  • Recurso a produtos químicos;
  • Estudos de solos, seleção de espécies produtivas e resistentes.
Já a sua organização económica traduz-se:
  • Na ocupação de escassa mão de obra;
  • Em explorações de grandes dimensões;
  • Na prática da monocultura;
  • No elevado rendimento agrícola;
  • Na elevada produtividade;
  • Na exploração em regime extensivo;

A Produção agrícola em Portugal

 Ocupando 12,3% do território nacional, a agricultura contribui com 6,9% no PIB (dados de 2019).

Culturas temporárias mais comuns: 

  • Milho;
  • Trigo;
  • Arroz;
  • Centeio;
  • Aveia;
  • Cevada;
  • Triticale;
  • Batata.

Culturas temporárias industriais mais comuns: 

  • Tomate;
  • Girassol.

Culturas permanentes mais comuns: 

  • Olival;
  • Vinha;
  • Citrinos.

Patagens permanentes em Portugal

 A terreno ocupado pelas pastagens permanentes passou de 20% para 51% em trinta anos.
 Houve uma troca de posição com as terras aráveis.
 Há uma relação direta com a produção animal

Hortas familiares em Portugal

 O território ocupado equivale a 1%.
 Há maior destaque em Trás-os-Montes e na Beira Litoral.

Produção animal em Portugal

 A produção animal organiza-se em pecuária intensiva (criação de gado em estábulos e alimentados a ração) e extensiva (criação de gado que, pelo menos uma parte do ano, é em pastagem - regime de pastoreio).

 Esta abrange cinco grandes grupos:

  • Bovinos;
  • Suínos;
  • Ovinos;
  • Caprinos;
  • Aves.

1 - Bovinos

 Há cerca de 50 mil explorações.
 1.600.000 cabeças, em que 60% estão em regime extensivo.
 Dois terços das vacas são leiteiras.
 Predominantes no Alentejo, Entre Douro e Minho e nos Açores.

2 - Suinos

 Há cerca de 50 mil explorações.
 2.100.000 cabeças.
 Predominantes no Alentejo, Ribatejo e Oeste e Beira Litoral.

3 - Ovino

 Há cerca de 50 mil explorações.
 2.270.000 cabeças.
 Predominantes no Alentejo e na Beira Interior.

4 - Caprinos

 Há cerca de 30 mil explorações.
 350.000 cabeças.
 Predominantes no Alentejo, Beira Interior e Beira Litoral.

5 - Aves

 Há cerca de 160 mil explorações, o que corresponde a 53% de todas as explorações animais em Portugal.
 337.699.000 cabeças.
 Predominantes na Beira Litoral, Ribatejo e Oeste e Entre Douro e Minho.

Produção florestal / Silvicultura em Portugal

 A produção florestar tem vindo a diminuir, devido à sua conversão para uso urbano ou pastagens.
 O pinheiro bravo, o sobreiro e o eucalipto são as espécies dominantes.
 Os Principais problemas da produção florestal são:

  • A má gestão dos povoamentos florestais;
  • Práticas agrícolas incorretas;
  • Atitudes negligentes;
  • Práticas criminosas.
Os incêndios:

  • Destróiem a riqueza nacional;
  • Dificultam a regeneração das florestas;
  • Aumentam do risco de degradação dos solos;
  • Aumentam do risco de alterações climáticas.

As debilidades do setor agrícula

 Este setor enfrenta sérias dificuldades, em consequência de:

  • Variações climáticas;
  • Bons e maus anos agrícolas;
  • Quebras de rendimento;
  • Falta de apoios.

Deficiências estruturais

Não só resultam de condicionantes naturais:

  • Irregularidades do relevo;
  • Irregularidades das precipitações;
  • Pobreza e pouca profundidade dos solos.

Mas também resultam de condicionantes humanas: 

  • Densidade demográfica;
  • Envelhecimento populacional;
  • Partilha das terras por herança;
  • Reduzida dimensão das explorações agrícolas;
  • Excessiva fragmentação e dispersão das parcelas.

As deficiências estruturais refletem-se nos níveis de rendimento e de produtividade.

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