No romance de Eça de Queirós, é verificável o contraste entre dois tipos de educação: a tradicional e a inglesa.
Num lado, temos a tradicional, aplicada em Pedro e Eusebiozinho. É caracterizada pela:
- primazia da memorização de conhecimentos;
- devoção religiosa;
- estudo do Latim, língua morta;
- superproteção.
No outro, a educação inglesa, verificável em Carlos, que se caracteriza por/pela(o):
- reger-se pelo mote "Mente sã, em corpo são.";
- promover a praticidade e experimentação;
- incitar a aprendizagem de línguas em uso;
- desenvolver o contacto com a Natureza;
- valorizar do exercício físico.
Tanto Pedro como Carlos falham na vida. Pedro falha pela educação. Carlos falha apesar da educação. Fracassou graças à sociedade em que estava inserido, decadente e ociosa, e à paixão proibida.
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